Mais uma manhã de segunda feira chuvosa nesse Rio onde nasci e o tempo está do meu lado. Como não tenho porra nenhuma para fazer além de pagar umas contas – comprei via web um kingston de 8 giga para guardar mais música- e como posso fazer isso a qualquer hora, meu destino é digitar e transcrever música.Reuni todos os discos que tenho dos Rolling Stones – uns 80 – vou pegar as músicas que eu gosto e vou partir para o crime- coapiando tudo para CD de áudio e, posteriormente, para mp3.
Devido a minha natureza rocker, acontece com os stones a mesma coisas que acontece com Beatles em relação ao meu gosto. Sou admirador da fase 63-70 da banda e do resto eu gosto de faixas. Para mim, vale muito mais um “Down the Road Apiece”(Rolling Stones Now! – o melhor rock and roll gravado por eles, com um piano magistral de Ian Stewart) que um “Wild Horses”(faixa que eu sinceramente detesto com todas as minhas forças). Sou de opinião que eles nunca deveriam ter abandonado as raízes e seguido o exemplo dos Beatles( vide “Satanic Magesty Request” e “Beggar´s Banquet”), mas só vou descartar dessa fase o “Simpathy For The Devil” – a faixa dá um tremendo azar e foi nela que se verteu sangue para a magia negra em sacrifício humano(Altamont). Assim, vou passar ao largo dela e incluir “Parachute Woman”.
Naqueles 80 discos de que falei acima estão incluídos uns 15 bootlegs, todos os de estúdio, os compactos e todas as coletâneas. Tem uma versão de “As Tears Go By” em italiano, três versões de “Time is on My side”( em estúdio), duas de “It´s all over now”( também em estúdio), duas versões de “Jumpin Jack Flash”( uma com metais e outra sem) e dois grandes instrumentais: “2120 South Michigan Avenue” e “Brian´s Blues”( produzida por Willie Dixon)- as duas gravadas no estúdio da Chess Records em Chicago.
Acredito que, mais dia menos dia, vou me arrepender de ter me desfeito dos vinis, mas eles ocuipam muito espaço e a manutenção da aparelhagem está cada vez mais difícil. Muito chato.

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