Recado de lojista: O principal motivo para o fechamento dos pontos de venda é uma mudança de comportamento do consumidor, que a indústria cultural não consegue acompanhar nem impedir. Ele simplesmente não compra mais discos. Ele baixa todas as músicas de que gosta na internet, acompanhando faixas e deixando bandas e artistas de lado. Um dia ele ouve uma coisa, no seguinte, outra coisa totalmente diferente. É uma outra cultura, um outro jeito de consumir música.Segundo esse lojista meu amigo, ele cansa de falar isso com os vendedores das gravadoras que cobrem sua área e nada acontece. No tempo em que eu trabalhei nesse mercado, a voz das vendas era ouvida por todos dentro de uma companhia. Era essa voz que regia o comportamento de todos- da produção artística até a promoção em RTV.
Onde é que anda o Zé da Gaita(foto)? Conheço o Zé desde 62, bem antes dele arrumar uma marine band e ficar famoso no Colégio Pedro II como o Zé Maluco. Antonio José Tinoco Laforgue estudou comigo e com o Chust no Santo Agostinho, ficamos sem nos falar até 68 e depois sempre nos encontrávamos em jam sessions onde o que se fazia era tocar stones até encher o saco. Com a morte de “O Peso” ele, o Gabriel, o Vicente e o Constant fundaram o “Flamboyant”- que se apresentou no festival de Saquarema(74), organizado, filmado, empacotado, varrido por Nelsinho Mota, completamente dracão e repleto de champagne. Depois, veio esse compacto e o ...............onde é que anda o Zé?
O título do post de hoje me remete à época dos “Secos & Molhados”. Devido ao sucesso da banda de Ney, João & Gerson, começaram a aparecer clones com títulos estilo “Achados & Perdidos”, “Razão Social”, “Marca Registrada”, “Café & Bar”, etc....... Título por título, o melhor que eu conheci até agora é o de uma carrocinha de cachorro quente podrão que anda aqui pelo Leblon: “Au...Augusto”!

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