Começamos um segundo semestre e tudo continua como dantes no país de abrantes. Brasília não faz parte do Brasil e congressistas, ministros e presidente são farinhas do mesmo saco. Alguém separou o trigo do joio e exportou o cereal, num agronegócio em que todos nós fomos prejudicados.Dentre mortos e feridos, ninguém se salvou. O país parece um imenso AF 447 que decolou sem destino. A cada dia que passa, vai se tendo a sensação de que tudo vai acabar no próximo segundo, pois sempre tem alguém querendo levar vantagem.
Querem um exemplo? Já se sabe que o projeto Azeredo sobre cybercrimes vai morrer antes de ir a votação no plenário da câmara. E ninguém tem coragem de falar isso para ele ou para sua assessoria que, pelo empenho que tiveram em defender o projeto, estavam mostrando que havia algum grande interesse oculto por detrás da letra da lei. Dizem alguns que o projeto vai morrer porque os bancos se sentiram atingidos ao saber que eles não seriam mais responsabilizados pelas fraudes bancárias praticadas pela rede. Esses alguns disseram que essa isenção proibia os bancos de fazer resseguro no caso específico desse ativo subtraído. Ninguém quer sair no prejuízo!
E, já que estamos falando em prejuízo, a morte de Michael Jackson deve tirar a SONY-BMG do prejuízo que o catálogo do artista vinha amargando. De quinta até ontem, a pesquisa Nielsen-Billboard acusou a venda de 130 mil “History” nos EUA. A pesquisa projeta um mínimo de 800 mil vendidos até a virada de agosto.
Outra pesquisa da Nielsen acusa que 65% dos Brasileiros, caso lhes sobre algum dinheiro até o final desse mês, eles vão gastar essa sobra com tecnologia. Um segundo celular é o objeto de consumo de 40% dos pesquisados. Um notebook é a meta de 15%. A pesquisa foi feita simultâneamente em 50 países.
Uma vez, num papo ameno, Zé Rodrix me contou que sábado era dia do avô fazer feira para as duas famílias que mantinha. Isso lá em Arapiraca(AL). Pois bem,apesar deu ter uma família só( minha mulher e meu cachorro), vou ao supermercado e ao sacolão da mesma forma, assobiando aquela canção do “Som Imaginário”. Tchau e inté. Volto amanhã ou qualquer momento em edição extraordinária.

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