domingo, 5 de julho de 2009

Mais um dia de Domingo

Mais um dia de Domingo que não tem pé nem cachimbo. Não tem mais filme de Ringo nem cinema para a gente ir se divertir. Ou você vê a repetição do Telecine ou a baixaria do Faustão. Ninguém guenta, né mêrmão! Ninguém guenta.
Ou tu senta para ler algo, ou faz que nem eu, ouvindo música dos anos 60. Tenho muita coisa do período e não me farto de ouvir. Estou velho mesmo e não estou nem aí. Só não vivo de recordação, pois isso não dá camisa.
Ficar dizendo que não se faz coisa que nem antigamente e que a vida era melhor é mentira. A tecnologia hoje em dia me facilita coisas impensáveis há uma década. Consigo conversar com as pessoas sem ser invasivo. Mando um emeio e sei que ele chega. A pessoa abre e responde. Isso por telefone era um saco, pois telefone ocupado não foi feito para mim. Secretária-obstáculo muito menos. O emeio foi feito sob medida.
Só agora é que estou começando a sentir a falta de um celular, já que tem momentos que você não está em casa, o que para mim é raridade, já que faço toda a minha vida de um quartinho, de onde minha mulher pode ficar me vigiando da cama. Mesmo assim, o celular faz falta, pois se ela precisar de alguma coisa e eu dentro de uma agência bancária, cuméquifica?
Falando na minha mulher, um dia desses ela começou a me encher o saco por causa da Aretha Franklin. Como só tenho três músicas dela no catálogo, fiz uma coisa que não fazia há anos. Entrei numa loja e comprei um CD dela. Aquele só de músicas românticas. A baixinha adorou e eu também. Não entrava num ponto de vendas desse há tanto tempo que só agora é que eu fui atentar que todos os pontos estão se tornando multimídia, pois os DVD estão tendo bem mais saída. Eu tenho poucos DVDs . Devo ter uns 30, daqueles colchas de retalhos, com sucessos dos anos 60, 70 e 80. Não tenho muito saco, pois a multimídia me toma mais de um sentido e eu prefiro ouvir algo e fazer outra coisa do que ter que ficar prestando atenção.
Ouço futebol no radinho, ouço MP3 e vou aconpanhando o interessante da mídia, apesar de que hoje tudo vai estar um deserto de idéias e fatos. Fazer o quê? Hoje é domingo.

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