quinta-feira, 23 de julho de 2009

Quem me apresentou ao King Of Leon foi o meu irmão, Marcelo. Eu gostei, mas não tive saco de ir vê-los no RJ. Pois bem: o último CD do grupo caminha célere em direção a um disco de platina, que eles merecem. Desses novos que chegaram eles são a melhor coisa que eu ouvi.
Mônica Bérgamo, coleguinha da “Folha” descobriu que Caetano Veloso( olha só!) entrou com pedido no Ministério da Cultura para captar financiamento da lei Rouanet, para o novo show que interpreta. Pelo que se sabe, isso não seria possível, pois a lei não se aplica ao caso do Bahiano, artista consagrado. Resultado: O empresário de Caetano teve o pedido indeferido. Pois o Ministro Juca de Oliveira intercedeu e obrigou que o Conselho que julga os pedidos liberasse a verba pedida. Mônica mandou uma repórter conversar com Caetano a respeito do caso e o artista fez malcriação, dizendo que não sabia o que seu empresário fazia em seu nome e abriu fogo contra a colunista da “Folha”.
Eu, pelo meu lado, já vi esse filme, tendo Gugu Liberato como protagonista. Com Gugu,o circo pegou fogo, ele perdeu uma concessão de TV e está até hoje sendo processado. Tudo por dizer que não sabia que a sua produção tinha escalado para atração aquela entrevista forjada com um “membro do PCC”. Como mentira tem perna curta( não saber o que é tratado em seu nome) e acredito que o resto da mídia caia de pau no Bahiano, aposto que vem retratação a caminho.
As brigas de Caetano sempre terminaram com ele mal falado. A briga com Fagner rendeu música e muito bate-boca, passando ele à história como “um velho compositor bahiano que achava que tudo era divino e maravilhoso”. A briga com Paulo Francis foi pior. Francis o chamou de explorador cultural e Caetano disse que Francis era gay. Eu acho que Francis tinha razão, pois com essa história de agora ficou caracterizada a história de exploração cultural.
E se brigar é a lei do mundo, tudo indica que a herança de Michael Jackson vai terminar num pau daqueles. A mãe das duas crianças já disse que não vai deixar nbarato, a Latoya já disse que sabe quem assassinou o irmão e vai por aí a coisa. Nosso amigo falecido vai chegar fácil na casa dos dois milhões de discos vendidos(“Thriller” em relançamento) e aí o caldo engrossa de vez, pois vai ser muita grana a ser paga a um defunto só. Tchau e inté.

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