segunda-feira, 6 de julho de 2009

The Humble One

Eu estava evitando comentar esse assunto aqui, mas tudo indica que Michael Jackson vai faturar mais morto do que vivo. Essa história de vender ingresso para enterro parece coisa de Coronel Tom Parker, mas ele não chegou a tanto com seu empresariado Elvis Presley. Afinal, diz a lenda que Elvis não morreu, mas de Michael fizeram até autópsia.
Acho essa coisa toda de uma morbidez danada. Mas, o que interessa é que o pinga- pinga com gotas vindas do catálogo deixado por Michael, está engrossando e virando torrente. Nosso amigo voltou a vender todos os seus trabalhos, com destaque para “Off The Wall”, “Thriller” e “History”. Quem não tinha agora tem um best of do Jackson Five. E por aí vai a bola de neve rolando.
A AEG, que estava produzindo Michael jogou um verde no mercado, dizendo que tour substituta de MJ poderia ser um duplo com......Led Zeppelin e Abba. Eu, pessoalmente, não acredito nisso pois Robert Plant não está a fim e John Paul Jones está de trabalho novo com Dave Grohl e não acredito que ele vá largar essa novidade para encenar uma reprise que não serve aos seus propósitos.
E ontem eu vi o “Pior” – aquela bicha fake do “Pânico” – entrevistando artista na porta de um desses prêmios não-representativos que as agências inventam para operadora de telefonia ou cartão de crédito patrocinar. As entrevistas com Renato Lombardi, D2 e Juliana Paes foram hilárias, com destaque para essa última, que tem uma non-chalance toda especial para se livrar desses inconvenientes. Se a Carolina Dieckmann e Luana Piovani fossem desse jeito, a sandália da humildade tinha ficado na caixa.

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