sexta-feira, 3 de julho de 2009

Quem não viu, não sabe o que Perdeu!

Seriados de TV são diferentes. Não são como novelas porque não te prendem na telinha e porque não tem capítulos, tem episódios- que tem luz própria, cada um deles. Eu sempre gostei de seriados. Cheguei a pegar alguns no cinema, como “Bufallo Bill e o Oeste Selvagem” e a versão cinematográfica de “O Homem de Virgínia. Mas foi na TV que eu fiz a festa. Acompanhava tudo que era interessante e tava na moda. E num ecletismo de dar com o pau.
Ia desde “I Love Lucy”, passando pelos “Intocáveis” e indo até a “Família Addams”. Vi “Jornada nas Estrelas”(Startrek)- três vezes, a série toda. Adorava quando eles passavam por uma tempestade estelar e se agarravam no cenário. Mais trash impossível. Outro seriado que acompanhei fanáticamente foi “Vila Sesamo”. Adorava o come-come, aquele vendedor de pornografia, o Ênio e o Beto. Todos eram impagáveis. Tinha também um grupo de rock que tocava o clássico “Eu tô com raiva, raiva, muita raiva”. O sketch do Ênio e Beto discutindo quem tava aqui, ali, cá e lá é uma das peças antológicas da Televisão Mundial.
Todas as séries tinham suas características únicas e personagens que se destacavam: Little Joe em “Bonanza”, O dr Spock Limólia ( esse era o nome e sobrenome, que ele dá quando se apresenta ao Capitão Kirk), a cacatua do Baretta, o cabo Rusty em “Rin-tin-tin”, o robô de “Perdidos no Espaço” e mais uma infinidade de gente. Alguns atores até piraram na maionese e assumiram a personalidade dos personagens que interpretavam, como foi o caso de Clayton Moore, que, ao morrer, em 1999, fez questão de ser enterrado caracterizado de “The Lone Ranger”(aqui foi exibido como Zorro”). Já o Jay Silverheels-índio navajo autêntico- desempenhou personagens vários e num ecletismo fantástico. Ele pode ser visto como Tonto – o auxiliar de Zorro, cigano em um episódio de “O Menino do Circo”(Micky Dolenz- mais tarde baterista dos Monkees) e era Kassim, o mordomo hindu de Jim das Selvas.
Repetindo: Quem não viu, não sabe o que perdeu e eu, como delirante completo, viajei na maionese em todos. Segue anexo um link que dá direito a você baixar 80Mb de trilhas sonoras de seriados de TV. Esse era o melhor que eu poderia ter feito para fazer real a vinheta “Saudade não Tem Idade”.
quem não viu não sabe o que perdeu.rar

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