domingo, 14 de dezembro de 2008

To be VIP or not to be VIP. Thats the Question!

Madonna é Ciccone. Não é Caroline Dieckmann. Não tem traços de Danielle Winnitz e muito menos personalidade de Deborah Secco. Ela realmente é VIP e considera esses paparazzi com hora marcada e ponto fixo que vivem “assediando” nossos vips(?)-uns bostas que adoram o fato e, sem um holofote em cima, entram em crise( vide o affair Suzana Vieira, que chegou onde chegou por culpa exclusiva dela mesma!).- Resultado? Confusão entre fotógrafos e seguranças.
A imprensa estava proibida de entrar no local para acompanhar o ensaio, mas alguns fotógrafos conseguiram entrar e, descobertos pelos seguranças, foram retirados.
Um dos paparazzi disse ter levado umas porradas e teve sua câmera apreendida. Ela( a câmera), para alívio do bobalhão, foi devolvida sem o cartão de memória. Segundo meu irmão, que também fotografa, esses caras até que tão na boa, pois o cartão de memória é mole de ser substituído. No dia que os seguranças começarem a tirar processador, aí é que vão ser elas. O mais barato custa US$ 3.000.
Confusão aconteceu no Maracanãzinho, durante o ensaio, no qual a cantora repassou coreografia e conversou com os músicos. O ensaio terminou por volta de 20h30 e a cantora deixou o local com escolta policial.
Esse papo de VIP Brasileiro é que deu uma chapada no melão da comissão que organiza o evento Madonna. Primeiro, porque a dita comissão não entendeu a idéia dos camarotes restritos, já que para eles, isso não existe, pois VIP lá fora vai na platéia como qualquer um. A não ser amigos. E aqui Madonna não tem lá muitos friends que possam assistir ao show no Backstage. E, segundo, porque a aparição de placas ou menções de patrocínio foi vetada em contrato. A comissão organizadora alegou que as mesma vão estragar imagens para o DVD que será lançado pós- tour. Bem feito. É bom para essa galera aprender que “CARAS” não é tudo na vida.

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