segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

“Mãe! Quero fazer cocô na casa do Pedrinho.”

Quem é rato de zap de TV a cabo que nem eu, já deve ter visto este spot de propaganda de um desodorizador ambiental que está investindo pesado na mídia. O garoto se recusa a ir ao banheiro em casa, querendo ir dar sua cagadinha solene na casa do amiguinho.
Eu, pessoalmente, adotei a frase do garoto para responder a todo chato que me pergunta: “Onde é que você vai?” Eu respondo:”Vou fazer cocô na casa do Pedrinho”. Antes eu dizia que ia a merda. Mas ir fazer cocô na casa do Pedrinho ficou mais engraçado e desconcertante, além de ser uma resposta mais de salão.
Pois bem, ontem, zapeando na TV, assisti àquêle filme que o Keith Richards fez sobre a festa de aniversário do Chuck Berry e vi, one more time, aquele solo desconcertante de Eric Clapton em “Wee Wee Hours”, que mostra que ele era Deus não era a toa.
Hoje, Clapton é mais um artista que músico. Um daqui que vai em sua cola é o Lulu Santos, a quem prezo demais como músico e artista. “De Repente Califórnia” e “Um Certo Alguém” estão aí para todos verem.
Vi também um pedaço do Marcelo Camelo no “Altas Horas” e achei que a banda que o acompanha têm gente demais fazendo pouca coisa. Mas, quem sou eu para corrigir o delírio de outrem, né mesmo? John Alec Ethwistle tocava trompa sinfônica no Who e, tudo bem,uai?
Só para terminar: vocês já ouviram o remix do Alan Freeland para “Hello I Love You”(The Doors)? Eu achei o maior barato. Eu já tinha ouvido um que ele fabricara em cima do “Fever” da Sarah Vaughan e tinha ficado siderado. Esse é simplesmente demais. Por isso é que tem horas que não é legal você querer ir fazer cocô na casa do Pedrinho, principalmente qando existem coisas mais interessantes para ver, ouvir e fazer.

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