Chuck Berry vêm ao Brasil para quatro apresentações. Pela primeira vez em toda a sua vida, ele traz dois músicos na bagagem: seu filho e sua filha. Berry Jr toca guitarra. Ingrid faz backing vocals e toca harmonica, “tão bem como Steve Miller”, garante o pai.Chuck é velho conhecido. A primeira vez que o vi Live no Brasil foi em Belo Horizonte, numa performance antológica, num dos galpões da avenida dos Andradas. Inesquecível sempre. Assisti a todos os filmes dos quais participou, incluindo aquele longa metragem bancado pelo Keith Richards, no qual a Ingrid aparece fazendo backing vocals, mas sem tocar harmônica. Quem for vê-lo não vai se decepcionar. Apesar de seus 81 anos bem vividos(E como!), o velhinho é bem mais interessante que Lenny Kravitz, só para citar um exemplo.
Só guardei de memória que ele se apresenta em RJ, Sampa, Curitiba e Porto Alegre, já que achei a matéria publicada no G1 uma merda de mal escrita. Para quem quiser se aprofundar mais sobre o autor do riff mais famoso do R&R, aqui vão dicas: sua melhor antologia é “28 Rocks for all the time”(Chess), seu melhor disco ao vivo é “Chuck Berry Live with The Steve Miller Band”( Mercury) e sua faixa mais vendida é “My Ding-a-Ling”(Quem acreditou que era “Johnny B Goode” se fudeu). Na ilustração, uma montagem de suas imagens. Em cima ele e Berry Jr. O passarinho é CrazyBird, uma dublagem que fez para um pássaro que se diz o pai do rock num desenho animado digno de ser visto. A outra foto dele com alguém, o alguém é Carl Perkins. No mais, suas fotos mais famosas e a pauta do riff de "Johnny B Goode". Ah! O amplificador é um Fender Twin Reverber- o preferido por Chuck desde 1962. Já suas guitarras sempre foram as Gibson ES-335( também a partir de 1962, antes disso valia qualquer uma). Quando perguntado quem era "Maybeleene"( seu primeiro sucesso), ele respondeu:" Era uma vaca".

Nenhum comentário:
Postar um comentário