Quarta-feira da semana que vêm vão fazer dez anos que Sinatra bateu as botas. A falta que ele faz é nenhuma, já que tudo que ele fez pelo pop está documentado e, possivelmente, digitalizado por todas as indústrias fonográficas que tiveram a chance de tê-lo sob contrato. Nada foi deixado de lado. Toda a sua discografia- que vende até hoje num pinga-pinga semelhante a Beatles, Elvis e Pink Floyd- continua em catálogo, inclusive as coletâneas, tanto de gravadoras quanto as feitas por aficcionados(vide Roberto Quartim).De crooner a rebelde, passando por um tremendo young lover, Frank cantou para todos os gostos e todos os ritmos, exceto o Rock and Roll, já que podia se permitir a esse “não-me-façam”. Sua voz, sua divisão e seu ritmo foram insuperáveis( vide “Come Dance With Me”), como sua interpretação em músicas feitas sob medida para ele(“My Way”). Na minha modesta opinião de quase fã, ninguém nunca mais vai cantar “New York New York” como ele, nativo de Hoboken – que fez da faixa a sua homenagem a grande maçã, como “Os Cariocas” fizeram com “Ela é Carioca”, numa homenagem ao Rio e a bossa nova.
Segundo as gravadoras nas quais ele deixou registro, ainda este mês uma série de lançamentos chegarão as lojas do ramo.

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