terça-feira, 13 de maio de 2008

The Stones Again, again and again and....

Falar sobre ídolos é fácil, ainda mais quando se têm assunto a dar com pau, pois eles sempre são assunto desde que “Satisfaction” os tornou popstars. Com a faixa, o nome do grupo chegou até a parada da última fronteira, coisa só feita antes por um seleto clube, capitão Kirk inclusive.
Dizem as más linguas que o grupo está em fase de dissolução. Também acho e acredito que o único que vá ficar chateado com o ponto final é Ron Wood, pois em cima de seus litros de Guiness, ele adora a movimentação, já tendo dito isso numa série de entrevistas.Quanto aos glimmer twins e a Charlie Watts, sou da opinião que eles já estão cansados dessa vida de futilidade e depravação que eles vêm levando há 46 anos. Principalmente Watts, que não consegue dusfarçar o tédio. Bill Wymann já está em casa há mais tempo, gastando o que ganhou com projetos que o satisfazem e o realizam, segundo suas próprias palavras. Já os que foram e nunca chegaram lá- caso de Brian Jones, Ian Stewart e Mick Taylor- esses apenas se perderam pelo caminho, com as justificativas as mais variadas.
O legado dos Rolling Stones em termo de discografia será inegável. Se não fosse uma escolha de repertório bem feita, eles não teriam agradado tanta gente durante tanto tempo. Foram eles que recuperaram a obra de Robert Johnson, transformaram Leonard, Marshall Chess e sua Chess Records em artigo cult, impuseram a Ampeg como side stack( foram os primeiros a usar o SV7 como equipamento standard)e a lançar faixas gravadas ao vivo(I´m all Right, I´m Moving on e Route 66).
Se eles acabarem agora, acredito que os stone rollers de todo o planeta vão se sentir meio órfãos. Mas, isso é uma cruz que todos terão que carregar. Afinal, Time waits for no one, né?

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