Ao ler o Joaquim Ferreira dos Santos hoje em “O Globo”(leio o jornal de cabo a rabo todo dia), soube que estão a procura de um biógrafo para Zé Trindade. Me candidatei na hora, mandando um e-mail, já me colocando como “Zétrindadiável”. Vamos ver se a sorte dá uma olhada no meu Currículo zero à esquerda e me seleciona....Quem sabe, né?
Para quem era radiomaníaco que nem eu, Zé Trindade era um componente do meu imaginário coletivo, fosse nos humorísticos, fosse nas chanchadas que protagonizava, com aquele jeito pessoal que estereotipou a figura do golpista ingênuo com fraco por mulheres, de preferência as “boas”, “certinhas” e “gostosas”.
Ao lado de Zé, Wellington Botelho, Rose Rondelli, Chico Anísio, Nancy Wanderley, Altivo Diniz, Leda Maria e Ari Leite eram protagonistas ou escadas de vários quadros que se sucediam pelos microfones da Mayrink Veiga. Pela Nacional, Brandão Filho, Walter D’Ávila, Silvino Neto e muitos outros disputavam meus tímpanos, sempre ligados num radinho RCA que tinha sido de minha Vó, velho de guerra e veterano de “Em Busca da Felicidade”, “O Direito de Nascer” , “PRK-30” e seriados como “O Anjo”, “Jerônimo” e os originais de Hélio do Soveral, Amaral Gurgel, Helio Tys, Janete Clair e Dias Gomes.
Continuo ouvindo a caixinha preta, mais em transmissões esportivas que outras coisas, já que o rádio musical popular tomou caminhos por mares muito revoltos ao meu gosto. Quanto a ouvir flashes, ouço nos meus players. Tenho tudo que interessa referente a música do século XX – que me atingiu, me impressionou e me derrubou com sua expressão. Novidades eu baixo os mp3 que me interessam. Só isso já me deixa exausto de informação. No mais virei seletivo. Traduzindo: um chato. Encerrando esse flash, Chubby Checker volta no tempo com "Lets Twist Again". O clipe foi montado para um karaokê pelo PC. Até Amanhã.
Para quem era radiomaníaco que nem eu, Zé Trindade era um componente do meu imaginário coletivo, fosse nos humorísticos, fosse nas chanchadas que protagonizava, com aquele jeito pessoal que estereotipou a figura do golpista ingênuo com fraco por mulheres, de preferência as “boas”, “certinhas” e “gostosas”.
Ao lado de Zé, Wellington Botelho, Rose Rondelli, Chico Anísio, Nancy Wanderley, Altivo Diniz, Leda Maria e Ari Leite eram protagonistas ou escadas de vários quadros que se sucediam pelos microfones da Mayrink Veiga. Pela Nacional, Brandão Filho, Walter D’Ávila, Silvino Neto e muitos outros disputavam meus tímpanos, sempre ligados num radinho RCA que tinha sido de minha Vó, velho de guerra e veterano de “Em Busca da Felicidade”, “O Direito de Nascer” , “PRK-30” e seriados como “O Anjo”, “Jerônimo” e os originais de Hélio do Soveral, Amaral Gurgel, Helio Tys, Janete Clair e Dias Gomes.
Continuo ouvindo a caixinha preta, mais em transmissões esportivas que outras coisas, já que o rádio musical popular tomou caminhos por mares muito revoltos ao meu gosto. Quanto a ouvir flashes, ouço nos meus players. Tenho tudo que interessa referente a música do século XX – que me atingiu, me impressionou e me derrubou com sua expressão. Novidades eu baixo os mp3 que me interessam. Só isso já me deixa exausto de informação. No mais virei seletivo. Traduzindo: um chato. Encerrando esse flash, Chubby Checker volta no tempo com "Lets Twist Again". O clipe foi montado para um karaokê pelo PC. Até Amanhã.

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