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O filme que me fez pensar duas vezes e não entrar numa sala de projeção só pelo fato do mesmo ser novidade está de volta em versão teatral. “The Sound Of Music” está nos palcos paulistanos e, como se você quiser ir ao teatro faça o favor de escolher outra companhia que não seja este aqui, nem sei se passou pelos palcos cariocas.
A trilha sonora dessa aberração baseada na familia Trapp, vendeu mais que banana no planeta dos macacos. “The Sound” é trilha estilo “Hair” ou “Jesus Christ Superstar”, chata e pomposa, com nuances eruditosas e classiquentas, bem delírio gay e para ouvidos sadomasoquistas. É como o Elton John cantando aquele tema de amor de desenho animado. Uma Coisa!
Trilha sonora tem que ser como a de “Sete Homens e um Destino”. Ou como a de “Easy Rider”. Ou como as clássicas de “Starwars”, “Indiana Jones” e “Superman”. A primeira a me pegar direitinho foi a do seriado “Rota 66”(George Maharis). Lembram dela? Depois as de “Bonanza” e “Cidade Nua”( com o Paul Burke- trilha de Nelson Riddle). A de “Batman”(Neal Hefti executa, Nelson Riddle compôs) é antológica. De todos os seriados, as que eu gostei mais foram as de “Mr. Lucky”, “Law & Order”, “ A Família Addams”, “Os Monstros”, “Os Intocáveis”, “ O Besouro Verde”, “O Rebelde”, “Bat Masterson” e “Maverick”, não necessáriamente nessa ordem. “Mod Squad” e “CSI” tem um traço de união: todos os dois utilizam The Who em sua trilha sonora.
Trilha sonora tem que traduzir o filme para o teu ouvido. Como as trilhas da Hammer faziam Christopher Lee virar “Drácula” em meus pesadelos mais terríveis. O resto ou é como acima ou não vale porra nenhuma.

Um comentário:
Dos seriados, o tema de abertura de Persuaders, de John Barry, é a o meu favorito.
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