Apesar do Queensryche e do Whitesnake estarem fazendo tour por estas plagas ao sul do equador, preferi falar mesmo foi do Village People. Segundo o soldier-boy Alex Briley, o grupo , que têm quatro datas de performance no país(Até em Taubaté, he!he!he!) continuará na ativa enquanto for chamado a se apresentar. A reforma ainda não está nos planos de nenhum dos seis.No meu imaginário pop, o Village People representa a primeira grande página gay do pop, não no sentido de afirmação sexual , mas sim no sentido literal de alegria trash. Quem viu Can't Stop the Music, (mais trash impossível), sabe do que eu estou falando. E quem conhece inglês norte-americano com o Village slang embutido(como é o meu caso) deu gargalhadas( como eu dei) ao ouvir “San Francisco”, “Macho Men”, “YMCA” e “Go West”, essa última posteriormente regravada pelos Pet Shop Boys, mas sem o mesmo impacto que os pupilos de Jacques Morali e Henri Belolo imprimiram quando do lançamento da faixa.
Na minha modesta opinião, a dupla Morali e Belolo encarna para a disco music o que Phil Spector foi para o pop nos anos 60. A dupla sabia fazer a coisa( vide a introdução de YMCA).
Com a morte de Glenn Hugles(motociclista), em 2001, a formação original do grupo sofreu alteração com a entrada de Eric Anzalone Os outros integrantes são: Felipe Rose (índio), Alex Briley (soldado), David Hodo (carpinteiro), Ray Simpson (policial) e Jeff Olson(caubói).
Assim, se eu tivesse que optar por assistir às performances, David Coverdale, seu nome de banda e o Queensryche não contariam com a minha bilheteria. Iria ver o Village People para dar algumas gargalhadas de resgate a uma época em que eu me acabei meeesssmo, he!he!he!

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