segunda-feira, 7 de julho de 2008

Nada de novo no front (2º capítulo)

O Police voltou a estrada na sua tour caça-níqueis, já considerada por Sting como apenas uma “contribuição previdenciária”. Mostrando uma aposentadoria próxima, o baixista está barbado e com uma cara daqueles que já não aguentam mais o rojão, semelhante a tediosa face de Charlie Watts.
Falando em tédio, tudo indica que a nova formação dos Mutantes recolheu-se a uma tenda de oxigênio para arrumar forças no sentido de compor mais uma faixa para o novo álbum que, pelo andar da carruagem fúnebre, será póstumo. A primeira faixa eles anunciaram, apresentaram e foram acometidos de estafa, pois nada mais foi falado ou divulgado. Já Zélia Duncan, depois de representar uma Rita Trash(em inglês fica menos caricato), voltou a fazer participações inexpressivas em apresentações de gente desinteressante.
O tédio reina também nas letras com o lançamento de mais um livro “definitivo” sobre a Beatlemania, dessa vez redigido por um Brasileiro. Já tivemos uma Brasileira(Lizzie Bravo) fazendo a mesma coisa há uns 25 anos. Agora chegou a vez dos homens.
Dando idéia, uma coisa interessante a ser lida seria Luciana Gimenez relatando seus encontros com Rod Stewart e Mick Jagger. Já imaginaram? Depois, para continuar na balada, bastava vender os direitos para a Lucas Film! Legal, né?
A falta de novidade é uma merda. Você é obrigado a botar o trato mental para funcionar enquanto tenta escrever algo cuma furadeira te zoando para fazer a instalação de um cabo telefônico necessário para o contato com o planeta. Como é difícil tudo isso, não?

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