Mais um dos enésimos tratados sobre Beatles e tudo aquilo que estamos cansados de saber sobre o fabfour chega às bancas e livrarias. Trata-se de “Beatlemania”, escrito por um beatlemaníaco que, a época do estouro dos britânicos, tinha sete anos(eu tinha12).Não sei o nome dele nem a editora pela qual vêm mais esse conjunto de fatos remoídos , remontados e fotos de uma coleção de “lembranças” não muito raras sobre o grupo, já que existem tantas e nas mãos de tanta gente que o conceito raridade se perde pela quantidade. Raridade é ter um cartão postal assinado por Jimi Hendrix( Meu amigo Chust tem um).
Voltando a falar da coisa, acho que este tipo de depoimento é mais um caça-níquel da existência, pois fala de um evento histórico exaustivamente documentado e que ao qual não se pode acrescentar nenhum fato novo, pois nenhum dos quatro ou seus espólios ainda possuem segredos não revelados do grande público e já está mais que provada a inexistência de material ainda inédito gravado pela banda. O único material do qual se sabe a existência , mas desconhece-se o paradeiro é o master de “Hot As The Sun”, considerado como o último trabalho da banda e que se perdeu não se sabe como. Inclusive já rolou um papo de que havia sido Newton “Big Boy” Duarte- O Deejay da Radio Mundial – o autor do furto, num ato descuidista levado a cabo na sede da Apple, em Londres.
Acho que escrever sobre a história do Rock e seus mitos não leva a nenhum ineditismo. Pode sim revelar alguma curiosidade ou recordar alguma faceta não muito explorada, pois qualquer figura de mídia do século XX já teve vida, hábitos e idiossincrasias mais que exploradas e reveladas. O mais é esse tipo de texto/papo que levo aqui com meus três leitores.

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