Minha cabeça anda a mil e eu tenho, na verdade, escrito mais por compensação e relax do que por dever de ofício. Assim, ontem eu tinha escrito para hoje um teto sobre EMOS e a manifestação que vêm assolando a mente juvenil(essa foi ótima!) hoje em dia. Esqueci dele completamente. Aí, agora de manhã eu perpetrei o "texto histórico" subsequente. Assim sendo, vamos ao que interessa: lá vai o primeiro, que tem início com essa poesia desmedida. “Te encontrei/ Toda repelente encostada no balcão e entregue as bibida/ Te cortei a cabeleira do suvaco/as zunha do pé/ i ti xamei di quirida”. Você quer uma coisa mais sofredora e qualquer nota do que as duas estrofes acima? Pois isso é Emo!
Sabe aquele corte de cabelo que o filho do vizinho ta usando, que tu achou meio esquisitão e o teu filho comprou uma tinta verde metálico pra fazer o mesmo cu de pato lambido que cai nos olhos estilo NXzero? Aquilo é Emo!
Segundo um careca( skinhead) que mora aqui no prédio, Emo tem mais é que levar porrada(“pra deixar de ser gayzinho”, diz ele). A moda emo é mundial, já tendo sido homenageada até em capa da “Mad”(Emo Gay). Basta você colocar o Google pra funcionar e correr um pouco atrás que tu vai achar as imagens mais esquisitas.
Foi o que fiz depois que a sobrinha que mora aqui em casa me confidenciou que o filho mais novo da minha cunhada, tia dela, é Emo. Porra, emo? É.
Aí eu é que resolvi botar meu bloco on the street para saber where the emos live. E achei essa história de uma babaquice ímpar, mas como todos tem o direito a se exprimir, liguei o foda-se e pronto.
Ser emo é ser deprê e maníaco depressivo por excelência. Se tiver uma gilete perto, o pulso não escapa de um cortezinho. Da mesma forma que aqueles barrocos gostam de um cemitério, emo gosta de melancolia, estilo ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de Baudelaire.
Não achei esse negócio de emo legal, não. De depressão quem gosta é economia, tão sabendo? Eu não sou chegado mêrmo. Deitei minha falação sobre o assunto e estamos conversados.
Sabe aquele corte de cabelo que o filho do vizinho ta usando, que tu achou meio esquisitão e o teu filho comprou uma tinta verde metálico pra fazer o mesmo cu de pato lambido que cai nos olhos estilo NXzero? Aquilo é Emo!
Segundo um careca( skinhead) que mora aqui no prédio, Emo tem mais é que levar porrada(“pra deixar de ser gayzinho”, diz ele). A moda emo é mundial, já tendo sido homenageada até em capa da “Mad”(Emo Gay). Basta você colocar o Google pra funcionar e correr um pouco atrás que tu vai achar as imagens mais esquisitas.
Foi o que fiz depois que a sobrinha que mora aqui em casa me confidenciou que o filho mais novo da minha cunhada, tia dela, é Emo. Porra, emo? É.
Aí eu é que resolvi botar meu bloco on the street para saber where the emos live. E achei essa história de uma babaquice ímpar, mas como todos tem o direito a se exprimir, liguei o foda-se e pronto.
Ser emo é ser deprê e maníaco depressivo por excelência. Se tiver uma gilete perto, o pulso não escapa de um cortezinho. Da mesma forma que aqueles barrocos gostam de um cemitério, emo gosta de melancolia, estilo ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me chama de Baudelaire.
Não achei esse negócio de emo legal, não. De depressão quem gosta é economia, tão sabendo? Eu não sou chegado mêrmo. Deitei minha falação sobre o assunto e estamos conversados.
Agora, o segundo:
Na tarde do dia 29 de Maio de 1453, a artilharia Otomana conseguiu demolir uma parte da muralha de Constantinopla perto do chifre de Ouro e os Janízaros entraram pelo buraco de roldão, matando tudo que viam pela frente. No dia de hoje, o último Imperador Romano do Oriente foi massacrado junto com seus ministros, quando transitava do hipódromo em direção a Hajia Sofia. A Hegemonia dos sultões na região durou até o início do século XIX e alguns historiadores creditam o fim da Idade Média ao final do Império Bizantino.
Quem ficaria feliz de me ver escrevendo isso como lembrança seria meu finado Professor de Direito Romano na Cândido Mendes, Mário Giordani- autor de uma “História do Império Bizantino”, que deve ser a única referência nacional existente sobre aquele período histórico.
Aí, vai ter um bundão qualquer perguntando o que é que isso tem a ver com música! Muita coisa! Foi naquela época que o primeiro Avedis Zildjian – mestre da banda marcial da guarda do Sultão- chegou a Constantinopla, renomeada Istambul – e se estabeleceu com uma forja de címbalos e gongos, que são fabricados até hoje, usados por 11 entre 10 bateristas de qualquer gênero.
Aliás, a história militar determinou o aparecimento de uma série de instrumentos de sopro e de percussão que até hoje são indispensáveis. A boquilha dos trumpetes, trombones, tubas e trompas de hoje em dia é idêntica e usa o mesmo sistema das que eram usadas nos instrumentos gregos da antiguidade e nos instrumentos marciais Romanos( marcial vem de Marte- Deus da Guerra). A formação básica da Banda marcial Romana é a mesma usada pelos Exércitos posteriores, fossem Austríacos, Franceses, Napoleônicos, Czaristas e os do Reich. Nada mudou desde a sua concepção, incluindo a ordem instrumental( pífaro, sopro e percussão). Aqui vale uma nota: a Confederação Germânica encabeçada pela Prússia é o primeiro Reich. O Império Alemão(1871-1919) é o segundo Reich e a Alemanha Nazista(1933-1945) é o terceiro Reich.
A caixa de guerra, tarol ou caixa em fá é a mesma desde o século XVII, com os fios metálicos distendidos sobre a pele para causar estridência. Já a percussão de centro( marcação) tem sua origem na sociedade tribal pré-suméria. Foram os primeiros instrumentos, ao lado das flautas feitas em osso, bambu ou material que possibilitasse a furação e o encanamento(tubos).
Os instrumentos de corda e harmônicos(cordas ou percussão) tiveram sua origem na religião( traduzindo a voz de deuses) ou em reuniões nas quais eram utilizados para sustentação de cantorias.
Quem realmente quiser se aprofundar no assunto vai encontrar nas boas livrarias uma série de livros e publicações sobre o assunto. Só revistas nacionais devem existie umas três. Estrangeiras umas quinze. Assim, qualquer consulta sempre terá um ponto no qual a referência será explícita e bem feita.
Quem ficaria feliz de me ver escrevendo isso como lembrança seria meu finado Professor de Direito Romano na Cândido Mendes, Mário Giordani- autor de uma “História do Império Bizantino”, que deve ser a única referência nacional existente sobre aquele período histórico.
Aí, vai ter um bundão qualquer perguntando o que é que isso tem a ver com música! Muita coisa! Foi naquela época que o primeiro Avedis Zildjian – mestre da banda marcial da guarda do Sultão- chegou a Constantinopla, renomeada Istambul – e se estabeleceu com uma forja de címbalos e gongos, que são fabricados até hoje, usados por 11 entre 10 bateristas de qualquer gênero.
Aliás, a história militar determinou o aparecimento de uma série de instrumentos de sopro e de percussão que até hoje são indispensáveis. A boquilha dos trumpetes, trombones, tubas e trompas de hoje em dia é idêntica e usa o mesmo sistema das que eram usadas nos instrumentos gregos da antiguidade e nos instrumentos marciais Romanos( marcial vem de Marte- Deus da Guerra). A formação básica da Banda marcial Romana é a mesma usada pelos Exércitos posteriores, fossem Austríacos, Franceses, Napoleônicos, Czaristas e os do Reich. Nada mudou desde a sua concepção, incluindo a ordem instrumental( pífaro, sopro e percussão). Aqui vale uma nota: a Confederação Germânica encabeçada pela Prússia é o primeiro Reich. O Império Alemão(1871-1919) é o segundo Reich e a Alemanha Nazista(1933-1945) é o terceiro Reich.
A caixa de guerra, tarol ou caixa em fá é a mesma desde o século XVII, com os fios metálicos distendidos sobre a pele para causar estridência. Já a percussão de centro( marcação) tem sua origem na sociedade tribal pré-suméria. Foram os primeiros instrumentos, ao lado das flautas feitas em osso, bambu ou material que possibilitasse a furação e o encanamento(tubos).
Os instrumentos de corda e harmônicos(cordas ou percussão) tiveram sua origem na religião( traduzindo a voz de deuses) ou em reuniões nas quais eram utilizados para sustentação de cantorias.
Quem realmente quiser se aprofundar no assunto vai encontrar nas boas livrarias uma série de livros e publicações sobre o assunto. Só revistas nacionais devem existie umas três. Estrangeiras umas quinze. Assim, qualquer consulta sempre terá um ponto no qual a referência será explícita e bem feita.

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