terça-feira, 23 de junho de 2009

AAAAAIEEEÊ!- Que Fiebrê!!!

Realmente eu nasci para ficar mixando. Descobri essa paixão quando baixei o primeiro demo do VirtualDJ, o programa de mixagens mais inteirado que eu encontrei. O problema é que o aplicativo custa US$ 245 e o custo-benefício pra mim não é muito legal, pois não sou profissional da coisa. Sou apenas um brincalhão cheio de idéias, as quais eu vou usando a tecnologia para traduzí-las.
Foi assim que eu revivi o “Laboratório de Sons Estranhos” como banda de música eletrônica. Na verdade, o LSE existiu há muito tempo, em 1968/69 e foi uma banda que eu tive com o Daniel Azulay e o Piti- tropicalista mais esquecido que o TomZé e autor do clássico “Espuma Congelada”. Naquela época, a gente experimentava de tudo e o Daniel, bem mais maluco do que o resto, construiu a “volante estrômboli”- uma bicicleta repleta de luzes, geradores de ondas e sirenes que, a cada pedalada, produzia um ruído diferente e inusitado. Mas, ficamos só nisso. A espuma do Piti descongelou e ele foi tragado pelo primeiro ralo, a Beatriz Sidou arrastou o Daniel para o ramo de confecções e eu fui parar como percussionista e gaiteiro de “Paulo Bagunça & a Tropa Maldita”. Hoje, o LSE usa um acid 5.0 e um Sonar da Cakewalk para produzir algum material ritmado, as vezes não dançante. O som é mais Varèse do que pop, com muita cacofonia e coragem para montar bobagem. E só.
Frustrado por achar o virtualDJ muito caro para comprar e com muito pouco tempo de trial version, eu achei o Mixxx 1.6.1 . Ela não é lá essa Brastemp, mas dá para montar muita coisa legal, além de vir dotado de um flanger arretado. E nele eu estou fabricando muita coisa, como vocês poderão ver daqui em diante.
Vou trabalhar bastante hoje para ver se consigo também disponibilizar algum material do LSE para a galera. Não prometo nada para hoje, mas vou fazer o possível.

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