A fórmula música pop mais sensualidade parece não se esgotar nunca no mundo da música. Trocando em miúdos, é a fórmula Menudo ao reverso, e funciona bem melhor. As Pussycat Dolls, exemplo maior dessa mistura mágica, sabem levar toda essa encenação ao extremo. Imagine cinco tesões em performances para lá de eróticas, letras picantes, coreografias ousadas e figurinos minúsculos.Na estrada há mais de seis anos, as Pussycat Dolls, além da banda, representam uma marca. Possuem uma boate no hotel Caesar Palace, em Las Vegas, uma linha de lingerie e uma coleção de calçados. O grupo também foi inspiração de dois reality shows na TV, um dos quais eu assisti só para ficar de boca aberta olhando aquelas menininhas. Como eu sempre fui um velho safado, não tenho a mínima vergonha de confessar isso aqui.
E vou mais longe! Desde que Grace Slick surgiu no Jefferson Airplane que eu acompanho essa mulherada com um interesse bem maior que apreciar apenas os dotes vocais. Tem umas que você só pode fazer isso que citei por último, como Janis Arrgh! Joplin e Amy Ecca! Winehouse, que pediram para ser feias e abusaram.
Existem outras que dá para você ver que elas cantam com outras partes do corpo. Cher- nos anos 60- era assim. Grace Slick também. Linda Rondstadt era a falsa magra que conseguiu carregar atrás de si milhões de corações apaixonados, incluindo um Mick Jagger. Carly Simon foi outra.
Dos anos 70 para cá a conta foi aumentando com o surgimento de várias artistas do R&B que faziam o gênero gostosa. De Chaka Kahn eu tenho boas lembranças físicas, incluindo um beijo de língua e uma apalpada que me deixou vermelho de vergonha. Eu trabalhava na Warner quando ela veio ao Brasil e, como falava um inglês razoável, fui escolhido para ser seu escort em dois dias de Rio. Ela adorou a escolha, principalmente quando a levei para o Hotel à noite depois de um coquetel para radialistas e jornalistas. Tenho até hoje uma camiseta com um beijo carmim daqueles lábios polpudos(hmmm)impresso, com uma declaração em inglês bem legal. Guardo nos meus recuerdos.
Depois vieram Tori Braxton, Beyoncée, Rihana e hoje existe uma constelação. Todas estrelas com corpo e voz. Não dá para não virar fã.
No Brasil o negócio fica meio esquisito, pois, ao meu ver, Malluh Magalhães, Maria Rita e Vanessa da Mata, corporalmente, não passam de musas desesperadoras. Isso é uma opinião pessoal, tá legal? Nenhuma delas alimenta meus delírios. Já no caso da Beyoncée, a coisa é bem diferente.

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