Sem ter nada para fazer, resolvi dar uma de consumista tecnológico e atendi ao chamado da Microsoft, me transformando em um dos testadores beta do Windows 7 Beta 1, o qual(não nasci ontem) instalei numa máquina suplementar aqui da Editora.Estou fazendo isso há três semanas e, confesso, estou gostando da novidade, já que tudo nele é diferente. Acredito que, por alguma jogada de marketing, seu visual está cada vez mais aparentando o do MacOS equivalente, seja em grafismos quanto em colorido.
A primeira distribuição do novo sistema veio com uma imcompatibilidade crassa àqueles que gostam de música. O sistema corrompia arquivos MP3. Devido a gritaria, esse bug foi o primeiro a ser corrigido. Quanto ao resto, mais ou menos duas vezes por semana eu recebo updates e upgrades vindos direto do Microsoft Download Center e tudo bem.
Acredito que ele( sistema) esteja mais voltado para a multimídia que os anteriores, pois em matéria de áudio e de vídeo ele dá de dez a zero no XP. Como toda versão beta, algumas imcompatibilidades e inconsistências surgem na instalação de aplicativos, mas no resto tudo correbem, principalmente no setor individual de segurança, caso você seja o único usuário. Quando se divide a máquina com alguém, as falhas são gritantes, principalmente no compartilhamento de conexões à Internet. Mas, no geral, vai se indo conforme eles querem, né mesmo?
Hoje, quem ler “O Globo” vai ver Nelson Mota especulando sobre o fim da música. Eu discordo que a música como composição tenha chegado a um ponto final com o rap, por exemplo. É bem verdade que o rap colocou no mercado um bando de gente ruim( vide funk carioca), mas a música é como o samba: agoniza mas não morre. Sempre aparece alguém fazendo algo que dá certo e continua a tradição de que o show não pode parar
A ilustração de hoje fica por conta de uma foto inédita de Jagger, na pérgola do Copacabana Palace, anos 60, numa das vezes que veio escondido ao Brasil.

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