segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Dito e Feito

Não fui lá um telespectador padrão, mas o que eu assisti ontem corroborou tudo que eu havia dito no post também de ontem. E o clichê do clichê aconteceu sem tirar nem por, dito e feito pelas mesmas pessoas de sempre.
Acredito que, por causa da indisposição causada por aquela história da ligação perigosa entre a Mangueira e o tráfico no morro, o Ivo Meireles tenha sido queimado em nome do politicamente correto. Daí a entrada do Dudu Nobre. Mas, como isso é problema Global( de Rede Globo), foda- se o mundo. Não me chamo Raimundo. Só acho que, por essas imposições “no sentido de não criar problemas”(É bom lembrar que tem mais aspirador de pó na Globo que no depósito da Walitta), não levam a lugar algum.
Meu Império fez um desfile para gente grande nenhuma botar defeito. Um verde-e-branco meu amigão, via telefone, num trocadilho mais que infame, garantiu que, se tudo correr bem, vai acontecer o “Massacre da Serrinha Elétrica”. Pra mim, o massacre consistiu em Quitéria Chagas como rainha de bateria. Matou a pau. Distribuiu bordoadas visuais dirigidas ao planeta terra, todas no ritmo e sem dar nenhuma quebrada, meu irmão . Foda no cu de Creuza!
Depois, vi a Grande Rio e confesso que meu saco já estava chegando na lua, pois o tudo-igual começou a imperar. E clichê do clichê do clichê é demais até para mim. Segui os conselhos da baixinha, apaguei tudo e vim escorar morfeu no travesseiro.Bastou pru primeiro dia.

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