
Estou dando uma guaribada num projeto de radio web. Minha radio web vai ser automatizada ao extremo e completamente musical. O escopo da programação vai ser o mais amplo posível, dando grande destaque a música do século XX. Em termos de proporcionalidade, mais de 80% de música considerada internacional e uma abertura de 20% para música não cantada em língua inglêsa. Antes que alguém caia de pau, é bom lembrar que uma web rádio e, antes de tudo, planetária.
Na linguagem de uma web rádio, a cor local ou regional não se justifica. Na medida em que a web rádio pode ser sintonizada em qualquer lugar conectado, a fragmentação e multiplicidade da audiência é um fato inegável, com o qual os Roquettes Pintos da vida nunca teriam sonhado. Assim, fazer uma rádio restrita é tentar firmar prego no angu. Não há como deixar de lado a língua inglêsa, seja no site-base da emissora, seja no que ela veicula.
E, na medida que o projeto vai sendo desenvolvido, as problemáticas de localização e regionalização vão surgindo e sendo resolvidas de forma técnica, deixando de lado qualquer coloração local e/ou nacionalista, já que ela( a coloração) não é aplicável ao nosso propósito.
A Hora certa? Como dar a hora certa? A Web rádio deve dar a hora do servidor no qual está localizada e gera sua transmissão. Assim, a hora certa é hora que vai aparecer no painel- no meu caso o painel frontal do ZaraRadio- software no qual a minha web rádio é toda baseada.
Temperatura e umidade relativa do ar são assuntos delicados, já que são dois componentes locais que individualizam o vetor espaço/tempo no qual estão localizados. Assim, acredito que uma web radio deve deixar e lado esses dois quesitos no sentido de ser conduzida duma maneira proveitosa.
Outro assunto delicado e que vai atingir diretamente as web rádios não automatizadas é a interação proporcionada pela bilateralidade da conexão com a rede. O conceito emissão se restringindo a transmitir e o conceito recepção no sentido estrito estão superados e deram lugar a transceptividade, já que a emissão e a recepção são independentes por cada ponto envolvido na rede conectada à geração de sinais e dados. O ouvinte passivo é passado remoto e o estar on line significa audiência em tempo real, interagindo no meio e na mensagem. O discurso é multidirecional. O rádio web vai se tornar um imenso programa de auditório, com espectadores interagindo das formas mais inusitadas e com as mais variadas expectativas em relação àquilo que vai estar sendo veiculado.
Nada será como antes no rádio web. O rádio que temos cristalizado na idéia morreu. Alguns veículos já se aperceberam do fato e estão direcionando suas transmissões via web para o ouvinte ausente- aquele que, por algum motivo, está distante da base da transmissão. Quem quiser assistir a isso basta sintonizar a Rede Itatiaia de Rádio. Suas transmissões esportivas já são completamente direcionadas nesse sentido.
O futuro do rádio não é o rádio digital. É o web rádio- o uso da rede como canal de transmissão. E, partindo dessa premissa, a corrida ainda está no início, com alguma peças se movimntando no tabuleiro. Eu? Garanto a você que sou uma delas. Você ainda vai me escutar. Espere e ouvirá.
Na linguagem de uma web rádio, a cor local ou regional não se justifica. Na medida em que a web rádio pode ser sintonizada em qualquer lugar conectado, a fragmentação e multiplicidade da audiência é um fato inegável, com o qual os Roquettes Pintos da vida nunca teriam sonhado. Assim, fazer uma rádio restrita é tentar firmar prego no angu. Não há como deixar de lado a língua inglêsa, seja no site-base da emissora, seja no que ela veicula.
E, na medida que o projeto vai sendo desenvolvido, as problemáticas de localização e regionalização vão surgindo e sendo resolvidas de forma técnica, deixando de lado qualquer coloração local e/ou nacionalista, já que ela( a coloração) não é aplicável ao nosso propósito.
A Hora certa? Como dar a hora certa? A Web rádio deve dar a hora do servidor no qual está localizada e gera sua transmissão. Assim, a hora certa é hora que vai aparecer no painel- no meu caso o painel frontal do ZaraRadio- software no qual a minha web rádio é toda baseada.
Temperatura e umidade relativa do ar são assuntos delicados, já que são dois componentes locais que individualizam o vetor espaço/tempo no qual estão localizados. Assim, acredito que uma web radio deve deixar e lado esses dois quesitos no sentido de ser conduzida duma maneira proveitosa.
Outro assunto delicado e que vai atingir diretamente as web rádios não automatizadas é a interação proporcionada pela bilateralidade da conexão com a rede. O conceito emissão se restringindo a transmitir e o conceito recepção no sentido estrito estão superados e deram lugar a transceptividade, já que a emissão e a recepção são independentes por cada ponto envolvido na rede conectada à geração de sinais e dados. O ouvinte passivo é passado remoto e o estar on line significa audiência em tempo real, interagindo no meio e na mensagem. O discurso é multidirecional. O rádio web vai se tornar um imenso programa de auditório, com espectadores interagindo das formas mais inusitadas e com as mais variadas expectativas em relação àquilo que vai estar sendo veiculado.
Nada será como antes no rádio web. O rádio que temos cristalizado na idéia morreu. Alguns veículos já se aperceberam do fato e estão direcionando suas transmissões via web para o ouvinte ausente- aquele que, por algum motivo, está distante da base da transmissão. Quem quiser assistir a isso basta sintonizar a Rede Itatiaia de Rádio. Suas transmissões esportivas já são completamente direcionadas nesse sentido.
O futuro do rádio não é o rádio digital. É o web rádio- o uso da rede como canal de transmissão. E, partindo dessa premissa, a corrida ainda está no início, com alguma peças se movimntando no tabuleiro. Eu? Garanto a você que sou uma delas. Você ainda vai me escutar. Espere e ouvirá.

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