
Hoje fazem exatos 44 anos e dois dias que “A Hard Days Night” foi lançado em grande circuito all over America! Dirigido por Richard Lester, com roteiro de Alun Owen, a ação é um delírio total em cima de um “típico dia” na vida dos Beatles, incluindo algumas de suas mais famosas músicas até aquele momento e outras compostas especialmente para tal.
Uma dessas especiais é a música título da película( há quanto tempo e não usava essa palavra!), composta em cima de uma frase dita por Ringo na noite de um dia especialmente cansativo no set(...It´s a hard day´s night....).
Quem se lembra do filme e de toda a sua bobagem pode até não acreditar, mas ele recebeu a nominação para dois Oscars(eu disse dois, acreditem!), apesar da crítica de então tê-lo considerado como um filme surreal, suarento, piadista, com muita gritaria e um pseudo-documentário. Uma curiosidade é a de que Brian Epstein foi obrigado por contrato a ceder a edição e a impressão da trilha para a United Artists. No mais, o resto é história.
E já que o post de hoje fala num lance que me leva de volta a um bom tempo de minha vida musical, eu associo a idéia a um email que abri só ontem, vindo de Ronaldo Miguez, o melhor guitarrista que o rock carioca teve nos anos 60-70 e que, se continua a tocar daquele jeito, ainda é the best! Ronaldo apareceu substituindo Daniel(baixo) na primeira formação do Analfabitles – de longe a banda mais pop e mais bem sucedida do cenário rock carioca daquela época. O grupo gravou um compacto(“Sunny Side Up”) pela RCA e eu tenho uma cópia em perfeito estado de conservação.
Depois de algumas trocas externas e internas, Ronaldo assumiu a guitarra. Mais tarde, Ronaldo foi frontman de “A Década”, um dos míticos grupos que iniciaram a nacionalização da cena, ao lado do “Módulo 1000”, “ Estômago Azul”, “Banda de Sete Léguas”, “Faia”, ”Soma”, “Paulo Bagunça & A Tropa Maldita” e “A Bôlha”.
Como eu já tinha dito num post anterior, essa época da cena musical carioca merece um levantamento detalhado, que seja feito por alguém habilitado a fazer a coisa num trato objetivo e sem ranços do ”Ah! Como era boa aquela época.....”. E este que aqui escreve não é lá um dos indicados a fazer isso, apesar de ter alguma memória daquilo que ocorreu e não ocorreu e saber a quem procurar. Quem sabe um dia não escrevo um romance sobre a coisa toda?
Uma dessas especiais é a música título da película( há quanto tempo e não usava essa palavra!), composta em cima de uma frase dita por Ringo na noite de um dia especialmente cansativo no set(...It´s a hard day´s night....).
Quem se lembra do filme e de toda a sua bobagem pode até não acreditar, mas ele recebeu a nominação para dois Oscars(eu disse dois, acreditem!), apesar da crítica de então tê-lo considerado como um filme surreal, suarento, piadista, com muita gritaria e um pseudo-documentário. Uma curiosidade é a de que Brian Epstein foi obrigado por contrato a ceder a edição e a impressão da trilha para a United Artists. No mais, o resto é história.
E já que o post de hoje fala num lance que me leva de volta a um bom tempo de minha vida musical, eu associo a idéia a um email que abri só ontem, vindo de Ronaldo Miguez, o melhor guitarrista que o rock carioca teve nos anos 60-70 e que, se continua a tocar daquele jeito, ainda é the best! Ronaldo apareceu substituindo Daniel(baixo) na primeira formação do Analfabitles – de longe a banda mais pop e mais bem sucedida do cenário rock carioca daquela época. O grupo gravou um compacto(“Sunny Side Up”) pela RCA e eu tenho uma cópia em perfeito estado de conservação.
Depois de algumas trocas externas e internas, Ronaldo assumiu a guitarra. Mais tarde, Ronaldo foi frontman de “A Década”, um dos míticos grupos que iniciaram a nacionalização da cena, ao lado do “Módulo 1000”, “ Estômago Azul”, “Banda de Sete Léguas”, “Faia”, ”Soma”, “Paulo Bagunça & A Tropa Maldita” e “A Bôlha”.
Como eu já tinha dito num post anterior, essa época da cena musical carioca merece um levantamento detalhado, que seja feito por alguém habilitado a fazer a coisa num trato objetivo e sem ranços do ”Ah! Como era boa aquela época.....”. E este que aqui escreve não é lá um dos indicados a fazer isso, apesar de ter alguma memória daquilo que ocorreu e não ocorreu e saber a quem procurar. Quem sabe um dia não escrevo um romance sobre a coisa toda?

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