
Apesar do título roubado (ver Alfred Rosenberg e seus escritos nazistas), o assunto a ser comentado nesse espaço não foi nada mais do que isso dentro do pop: um mito. Trata-se daquilo que alguém, num assomo de `criatividade` batizou de JOVEM GUARDA.Com exceção de Roberto e Erasmo, todo o resto não passou de um pastiche humorístico-musical, feito nas coxas, mal gravado, com uma prensagem de merda e capas tétricas. Tudo com o simples propósito de faturar em cima dos símios de auditório que compareciam a programas como CLUBE DOS BROTOS e OS BROTOS COMANDAM (Carlos Imperial), Alô Brotos( Orlann Divo e Sonia Delfino) e mais os programas de Célia Mara, Rossini Pinto et caterva.
Como exemplo de visual, mostro aqui capinhas dos Brazilian Bitles e de Luizinho e os Dinamites. Se as capinhas eram esse estado de arte, dá para imaginar o áudio apresentado.
Quem considera a JOVEM GUARDA algo válido realmente está de sacanagem comigo. O Rock Brasileiro nunca teve nada a ver com ela. Músicos sérios como Lanny Gordin, os irmãos Baptista, Liminha, Marcelo Sussekind e Bruce Leitmann nunca tiveram nada a ver com o trash que foi rotulado como JOVEM GUARDA. Tenho dito.

Nenhum comentário:
Postar um comentário