
Bergmann, guardadas as devidas proporções, não faria melhor. Nesse sábado, fui ao casamento de uma sobrinha. E, pelo áudio das cenas que se desenrolaram ante minha camera visual, o som do século XX é o que manda entre a dita classe média, ainda com poder aquisitivo para bancar cerimônia na capela da reitoria da UFRJ e recepção em bufê. Todo mundo rolou na relva e rolou de tudo. Desde Creedence até Village People. Lógico que houve BRock e sobrou até para aquela batucada encerrativa, regida por integrantes da bateria de uma GRES Deus-me-Livre qualquer.
O que me deixa perplexo é o fato dessa escolha musical não ser apenas exceção e sim a regra. E de norte a sul, pois já estive presente à mesma cena em BH, Vitória, Itabuna e outras aprazíveis localidades menos votadas.
Estou começando a acreditar no ocaso( graças a Deus) da Bunda Music, suas cantoras sexy e dançarinas rebolativas, como também em eventos tipo CANSEI DE SER SEXY.
Acredito que uma nova tendência surja rapidinho no horizonte musical adulto contemporâneo. O único traço de união serão as cordas, teclados e baquetas. Para terminar essa catilinária, deixo vocês com o Swingin Blue Jeans- grupo inglês dos anos 60 e responsável por alguns pancadões bem executados nas rádios musicais cariocas do período.

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