domingo, 31 de maio de 2009

Ruminâncias & Redundâncias

Os tempos são outros, meus filhos. Digo isso depois de ouvir Iggy Pop cantando “Insensatez”. Sinceramente, achei melhor que a versão de Sarah Vaughan, que eu considerava imbatível.
Mas a melhor de todas continua a ser a de João Gilberto, lógico! Essa última é a definitiva. Melhor? Ninguém vai conseguir.
Depois de ouvir esse último CD de Iggy, resolvi fazer uma releitura de coisas que a gente ouve e guarda, pois melhor é impossível.
Comecei pelo próprio Iggy, em “Hideaway”, incluída naquele LP dos anos 80 produzido pelo David Bowie. Passei depois para um álbum gravado por Ray Parker Jr & Raydio- o que tem “Two Places at The Same Time” e que é um dos poucos álbuns que ouvi do qual todas as faixas são ótimas. No reboque veio o “After The Love Has Gone, outro que ouço todas e que traz um Maurice White soando como poucas vezes ele conseguiu a frente do Earth Wind & Fire.
Mudei de ares com “Love Island” de Eumir Deodato, que é um álbum que eu gostaria de ter gravado.Outro do mesmo quilate(gostaria que fosse de minha autoria) é o “Fifteen Big Ones” do Beach Boys, no qual eu assinaria embaixo como autor de tudo.
Meus singles teriam início com “Olympia”, faixa de um trabalho solo de Jon Anderson e que também é a filha única de mãe solteira na coisa. O resto do álbum é um lixo. “Saint Tropez”(Pink Floyd) seria um outro single, que eu considero do mesmo modo que o que eu citei antes. De todo o Lp só ela é que serve. O resto é lixo. Outro single? A primeira versão gravada por Dylan de “Knockin on Heavens Door”. Todas vez que eu a ouço eu choro. Acho ela emocionante. Também gostaria que “Eve Of Destruction”(Barry McGuire) fosse de minha autoria. Também seriam minhas “La Poupée qui fait non”(Michel Polnareff), “Goin Back”( Goffin-King, na versão dos Byrds) e “No More Heroes”(Stranglers). Chega. Só queria essas. Para que mais?

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