quinta-feira, 26 de março de 2009

Motown é tremenda coroa cantada por todo mundo!

Recebi o seguinte release da Universal:" Desde Sexta-feira passada que estamos comemorando os 50 anos da maior gravadora que já houve na história da música pop norte-americana:A Motown.
A história da Motown teve início nos anos 60 e o seu som ressoa até hoje. Com 135 primeiros lugares na Billboard, os sucessos da Motown continuam até hoje a ser ouvidos em comerciais,programas de TV, filmes e continuam a ser uma referência no trabalho da maioria dos artistas pop".
Aí entro eu: A Motown não foi só uma gravadora. Foi o primeiro símbolo negro, em termos culturais , na luta contra a segregação racial. Seu surgimento deu um fim aos chamados "race records"- lançamentos exclusivos para negros feitos pelas gravadoras.
A Motown fazia discos para todos utilizando somente artistas negros, com seu diretor-proprietário, Berry Gordy( considerado por alguns maior que Phil Spector), criando o Motown Sound- Um fenômeno planetário, adorado por milhões, numa história que só poderia acontecer na América. E todo o mundo podia cantar junto.

O primeiro sucesso planetário da Motown foi "Stop! In the Name of Love", que colocou The Supremmes no topo da parada em três dias! Em duas semanas, todas as grandes rádios da terra executavam massivamente o maior sucesso do grupo. Depois vieram The Four Tops("Reach Out´ll be There"), Marvin Gaye(I Heard It Through The Grapevine") e o carrossell de hits interpretados pelo Jackson Five, Diana Ross, Stevie Wonder, Mary Wilson, Commodores e Lionel Ritchie.
Uma das homenagens que serão feitas ao acontecimento é o programa "Motown 50", da Radio Express, que será apresentado por Smokey Robinson, com a participação de todo o cast sobrevivente dos selos originais. Serão oito horas de programa e, aqui em BH, quem deverá transmití-lo será a Radio 98.
Mudando radicalmente de assunto, Felipe Machado assinou um post em seu blog, crucificando aquela débil mental que a mãe batizou de Mallu e leva o sobrenome Magalhães. Ele falou certo e eu assino embaixo. Eu também sinto vergonha pela pobreza que ela exprime, numa anorexia verbal digna de surda-muda, se comportando folclórica num jeitinho Folk-se toda. Ela e o Marcelo Camelo se merecem, da mesma forma que Joana Feiticeira e Vitor Belfort se merecem e Luana Piovani e Dado Dolabela já se mereceram. É muita banalidade e mediocridade junta. Porra!

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