Sarah Vaughan estaria fazendo 85 anos nesse 2009. Sarah deve ter sido a mais influente cantora do Jazz no que diz respeito a tendências e foi ela a primeira a gravar Milton Nascimento em Inglês, numa versão de “Travessia” que deve até hoje causar engulhos ao Fernando Brant.E se ela estivesse viva, garanto a você que, em vez de referência, seria participante completa dos remixes de Alan Freeland, Lalo & Bushawaca. Acredito que ela se renderia a essa inovação e admitiria um DJ no line up do grupo que a acompanhava.
Miles Davis seria outro que não deixaria essa tendência passar batida, pois a sua última gravação("The beebop song") não passava de um rapzinho mais pop que outra coisa, numa re-deglutição do gênero, coisa que ele já havia feito num trabalho dos anos 80( "Pop").
Quem está acompanhando a série “Rock at 7 Age”, da VH1, e viu o episódio sbre os progressivos, realmente sacou que o Floyd sempre foi um tributo a egos. Primeiro, o de Syd Barrett. Depois o de Roger Waters. E quando este último deu uma de Luiz XIV(“aprèz moi le delùge”), se fudeu mal pago.
Por outro lado, rever Peter Gabriel fantasiado de ameba e com aquele logotipo da GAFISA na cabeça, trouxe ao pensamento que, em algum lugar e há algum tempo, houve gente que achava que o progressivo era a solução. Lulu Santos, Sergio Dias Baptista e Luiz Paulo Simas mandam lembranças.
Quem está acompanhando a série “Rock at 7 Age”, da VH1, e viu o episódio sbre os progressivos, realmente sacou que o Floyd sempre foi um tributo a egos. Primeiro, o de Syd Barrett. Depois o de Roger Waters. E quando este último deu uma de Luiz XIV(“aprèz moi le delùge”), se fudeu mal pago.
Por outro lado, rever Peter Gabriel fantasiado de ameba e com aquele logotipo da GAFISA na cabeça, trouxe ao pensamento que, em algum lugar e há algum tempo, houve gente que achava que o progressivo era a solução. Lulu Santos, Sergio Dias Baptista e Luiz Paulo Simas mandam lembranças.

Nenhum comentário:
Postar um comentário