
Edmundo Oliveira Leite Junior – Esse é o nome de meu terceiro leitor, que, pela identificação do emeio, trabalha no jornalismo cultural paulistano(desde já obrigado pela leitura).
O intimorato batucante de teclados nomeado acima está escrevendo uma Biografia da única lenda do BRock, cuja única má nota foi achar uma comparação entre Gonzagão e Elvis Presley. Desconsidero qualquer outra cognominação desse tipo(lenda de alguma coisa) a qualquer outro artista tupiniquim. Raul foi o único Rocker brasileiro. Roqueiro que, consciente ou inconsciente – se autopromoveu sempre pelo lado negativo, cáustico e irreverente daquilo que cantava. Todos os outros, incluindo Rita Lee, foram britânicos e bonzinhos. Partiram de Beatles e foram até o Yes, passando pela boiolice de David Bowie. Só isso.
O intimorato batucante de teclados nomeado acima está escrevendo uma Biografia da única lenda do BRock, cuja única má nota foi achar uma comparação entre Gonzagão e Elvis Presley. Desconsidero qualquer outra cognominação desse tipo(lenda de alguma coisa) a qualquer outro artista tupiniquim. Raul foi o único Rocker brasileiro. Roqueiro que, consciente ou inconsciente – se autopromoveu sempre pelo lado negativo, cáustico e irreverente daquilo que cantava. Todos os outros, incluindo Rita Lee, foram britânicos e bonzinhos. Partiram de Beatles e foram até o Yes, passando pela boiolice de David Bowie. Só isso.
Raul viveu aqui um melodrama com pitadas de Jerry Lee Lewis, Orlando Silva, James Brown e Gene Vincent, repleto de baixos e altos, se comportando num figurino estilo estranho numa terra estranha. Só faltou em sua existência um acidente modelito Buddy Holly.
Se existiram artistas únicos no cenário da música brasileira, Raul, Tim e TomZé são, em minha opinião, a essência dessa criatividade. Tim – o superbad da Rua do Matoso e Raul – O cowboy fora da lei, nascido no país errado. O terceiro é inclassificável.
E são pessoas como o Edmundo que enriquecem a referência e a pesquisa na Cultura Brasileira que a maioria despreza. Vivemos num país onde a bunda da mulher melancia é préquisito e a predação palavra de ordem. Assim, uma manifestação como a do Edmundo tem que ser saudada, pois são elas que ainda dão forças no sentido de pensar que o futuro do país ainda não chegou ao fogo morto. José Lins do Rego manda lembranças.
Se existiram artistas únicos no cenário da música brasileira, Raul, Tim e TomZé são, em minha opinião, a essência dessa criatividade. Tim – o superbad da Rua do Matoso e Raul – O cowboy fora da lei, nascido no país errado. O terceiro é inclassificável.
E são pessoas como o Edmundo que enriquecem a referência e a pesquisa na Cultura Brasileira que a maioria despreza. Vivemos num país onde a bunda da mulher melancia é préquisito e a predação palavra de ordem. Assim, uma manifestação como a do Edmundo tem que ser saudada, pois são elas que ainda dão forças no sentido de pensar que o futuro do país ainda não chegou ao fogo morto. José Lins do Rego manda lembranças.

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