
Quem ouviu Jabor falando de Bob Dylan só ouviu uma incorreção, cuja resposta certa é a seguinte: Brian Jones tirou o copiou o nome da banda de um clássico de Muddy Waters(“(I´m a)Rolling Stone”).
“Like a Rolling Stone”(música)- é bem posterior ao encontro de Jagger/Richards/ Jones. O compacto é de 64, quando os Rolling Stones já tinham lançado dois elepês na Inglaterra e um nos Estados Unidos.
Foi o Bernardo( um dos meus dois leitores) que me fez ouvir o AJ na rádio CBN. Na minha opinião, ele(Jabor) simplesmente passou à audiência o que a intelectualidade de neo-esquerda acredita que seu ícone musical seja. E Dylan é de tudo um pouco, incluindo portar vozes discordantes como “Everybody must get stoned”.
Ao meu ver, Dylan seguiu a risca a receita que a AMB( de AJ prá frente, só sigla ou monograma) traçou para ele na memorável biografia escrita para o “Rock- a História e a Glória”, uma coletânea/ meio fanzine/meio textos sobre música- editada pelo TS com artes gráficas de DS,ainda nos anos 70.
Foi o Bernardo( um dos meus dois leitores) que me fez ouvir o AJ na rádio CBN. Na minha opinião, ele(Jabor) simplesmente passou à audiência o que a intelectualidade de neo-esquerda acredita que seu ícone musical seja. E Dylan é de tudo um pouco, incluindo portar vozes discordantes como “Everybody must get stoned”.
Ao meu ver, Dylan seguiu a risca a receita que a AMB( de AJ prá frente, só sigla ou monograma) traçou para ele na memorável biografia escrita para o “Rock- a História e a Glória”, uma coletânea/ meio fanzine/meio textos sobre música- editada pelo TS com artes gráficas de DS,ainda nos anos 70.
Nosso ídolo sempre criou lendas ao próprio respeito. Agora quer ser “hombre”( aqueler chapeuzinho não engana ninguém). E Jabor repetiu toda a coleção de lendas como se as tivesse escrito. Foi perfeito. Tão perfeito quanto Eduardo Suplicy cantando “Blowin in the Wind”.

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