quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Who Knows Something?

Exato. Você sabe alguma coisa sobre Lilly Allen? Segundo a “Folha “ de hoje, nossa amiga já vendeu mais de dois milhões de cópias de seu primeiro CD e é a grande aposta da EMI para vencer a crise que atravessa, deflagrada-acreditem!- pela subsidiária Brasileira.
Lilly Allen apareceu em 2006, com vídeos autoproduzidos no MySpace e que fizeram grande sucesso na rede. Grande estrela numa EMI que só tem hoje Coldplay como grande nome de catálogo, tudo indica que toda a máquina sobrevivente da antiga gigante fonográfica da Coroa Britânica, vai mover suas derradeiras engrenagens no sentido de colocá-la ao pé de uma Mariah Carey no quesito vendas.
Falando em crise, para quem já foi a primeira das primeironas, até que estar em quarto lugar do ranking nãoé uma colocação tão ruim assim. Agora sem Paul McCartney e Rolling Stones, a EMI tenta se equilibrar de sucessivos prejuízos tidos e havidos em balanços fraudados de subsidiárias ao redor do planeta, sendo mais gritante o caso Brasil, no qual uma auditoria descobriu o envolvimento de toda a diretoria executiva na Fraude de inchar lucros e irregularidades editoriais no sentido de material gravado e direito arrecadado.
O fato definiu a exclusão definitiva do Sr. Marcos Maynard e de toda a sua equipe do chamado mundo do disco, numa queimação de filme nunca dantes vista. Foi tragicômico.
No dia em que eu escrever “ O Disco no Brasil – Uma História não autorizada de três décadas”, vocês saberão de histórias de arrepiar os cabelos, todas com final infeliz em prejuízo de artistas e herdeiros. Assim, muita gente vai querer se segurar na brocha quando eu tirar a escada. Aguardem!

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

The Times? They Are A Changin

Não é necessário saber prever o tempo para sentir que o vento mudou de direção. Até em sua pátria de origem, o neoliberalismo dançou. O Estado voltou a interferir pesado na economia antes que o bando de irresponsáveis que havia tomado conta do setor se apropriasse indebitamente dos ativos existentes.
Como a economia é que é a base de toda essa porcaria que vêm acontecendo na sociedade, é previsível uma completa modificação em uma série de outras regras de negócio, dentro da filosofia sintetizada na já famosa frase “ o bater da asa de uma borboleta na China provoca um furacão no altiplano Peruano”.
Pegando o atual processo em que se desenvolve a regra de negócio da indústria cultural, temos dentro dessa regra, atualmente, vários planos e dimensões paralelas, se interagindo internamente e se desconhecendo uns com os outros. O caso mais gritante é o do mercado editorial que, devido a uma série de injunções de marketing, direitos autorais e de interesses, não reflete 30% das possibilidades e da criação existentes, com o restante encontrando divulgação marginal ou pela rede mundial, via PDFs. O livro é um dos produtos que mais se ressente com a chamada propriedade intelectual e da forma de como ela vem sendo praticada.
Já no caso do fonograma, a interferência que desmontou o mercado foi tecnológica. O barateamento e a miniaturização dos equipamentos de gravação e produção industrial abriu as portas do mercado a toda uma multidão que, antes da chamada revolução tecnológica, estava marginalizada e dependia da indústria cultural até no sentido de fazer um demo do seu trabalho. A derradeira pá de cal foi a invenção do MP3, cujo formato de pequenas proporções possibilitou um tráfego rápido pela rede, além de tornar possível a inclusão num CD de 100 arquivos, onde antes, no formato CDDA, o máximo permitido não passava de 20.
A reação a toda essa novidade tenta impor, de forma legal, caminhos de retrocesso para que o Status Quo não se modifique tão drasticamente. Os exemplos são vários e todos traduzidos nos projetos de lei que visam controlar a Internet, cujo controle é impossível de ser feito pelo modo tradicional conhecido. Não há mais como interferir e, por seu lado, a rede não aceita essas interferências.
Dentro da Macroeconomia básica existem dois universos: o mercado e o “grupo das pessoas que pensam a margem”. Enquanto eles existirem, sempre haverá uma forma de se burlar qualquer controle. A burla irá determinar uma nova forma de equilíbrio entre oferta e demanda e assim será para todo o sempre.Isso é inalterável. Modificar esse processo é como revogar a lei da gravidade.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Muita Solução para Pouco Problema

Com o início de mais um ano estilo Cassiano(“Mais um ano se passou/ Estou ficando velho e acabado”), os mesmos problemas que acometem nossa cultura voltarão a ser discutidos e o mesmo impasse voltará a tona, já que não existe interesse visível de nenhuma das partes envolvidas em resolvê-lo.
O Problema chama- se discurso cultural. O que fazer com ele? Ele tem direção? Na minha modesta opinião de 40 anos de janela lidando e sendo fascinado por esta coisa complexa, acredito que exista gente que saiba o que fazer com ele. Arnaldo Bloch, Arthur Dapieve e Arthur Xexeo são três deles. São legíveis in extremis, tem assunto para escrever e sabem ordenar as letrinhas numa carreira fantástica. Na produção e direção de imagem, também tem gente boa fazendo coisa boa como suporte para um discurso extremamente interessante. Quem já assistiu a “Baiano Fantasma”, “Para os que Estão em Casa”(DVD do Toni Platão)e a “Chorinho”( Produção do Canal Brasil) sabe do que digito aqui. E, no mercado editorial, coisa boa existe, com um suporte repleto de idéias para qualquer gosto e segmento, pois da estante da livraria à PDF na Internet você encontra o que quiser, acreditando eu ser a mais sortida das facetas deste discurso cultural tão sofrido e ameaçado.
A ameaça começa na forma de escrever da própria língua. Estamos iniciando mais um daqueles “acordos definitivos” que intelectuais com consciência plena(?) firmaram, no sentido de apaziguar egos lingüísticos, filológicos, gramáticos, ortográficos e até- Quem Diria? – lusófonos. Mais uma vez vão mudar a receita da coisa e afastar uma parcela que, aos poucos, vinha se chegando as lides de redigir. Todos voltam a ser ignorantes a respeito da língua que falam e o discurso gráfico volta a ficar diferenciado do discurso oral pela enésima vez.
No vídeo, a geração de imagem é um desencontro completo. Na época da HDTV, a geração de imagem continua a viver um século XX com todos os seus defeitos. Quem assistiu ontem a um “Faustão” e têm algum princípio de visão crítica, notou que, do programa de ontem para a frente, a tendência vai ser piorar ainda mais o conteúdo e a encheção de lingüiça, no sentido de liderar uma pesquisa de opinião flagrante- feita exclusivamente em São Paulo – para tentar comprovar a um anunciante que o produto dele foi “bem vendido”.
Já a TV paga teima pela repetição pura e simples, com o mesmo filme programado em dois canais diferentes no mesmo horário de exibição. Aconteceu uma vez em Novembro e outra agora no meio de Dezembro. As novas temporadas de seriados, anunciadas para novembro agora estão sendo anunciadas para fevereiro.
Mais nada fica tão sem sentido quanto a tragédia pela qual passa a Música Brasileira. Falar dela é como chutar cachorro morto. Está em crise e, pelo visto , vai continuar em crise, pois não existe nenhuma solução estrutural a vista. A regra do negócio mudou e ninguém acordou a tempo para se adaptar ao novo padrão. Está na hora de mudar a coisa e se adaptar à Convergência Digital.
Até o fim desse texto, não havia nada de novo no sentido de perdoar o pecado cultural que vêm sendo cometido do lado debaixo do Equador. Pode ser que apareça algo para depois do carnaval. Até lá, o eixo Rio-Sampa vai viver em função de corte de samba-enredo, gravadora não tem suplemento(tem ainda?) e livros só os que estão na estante. Nem futebol decente a gente vai ter para enganar a tarde de domingo. Que merda, né?

domingo, 4 de janeiro de 2009

Dropê?! Cadê Você?!

Houve uma época em que, realmente, uma parcela da sociedade tinha vontade de puxar uma arma quando ouvia falar na palavra Cultura. Essa parcela da sociedade se revoltou e instituiu a contracultura- a Cultura do Contra, cujo grande pilar era o conflito- fosse qual fòsse – qualquer que fosse.
A primeira luta de classes entre a sociedade e essa parcela foi o conflito de gerações. Frank era Sinatra na cabeça da mamãe e Avalon na cabeça da filhinha. Enquanto o primeiro chamava a mamãe para dançar, o segundo queria levar a filhinha para uma praia distante e ficar contando as bolinhas amarelinhas do biquíni dela atrás de uma pedra.
Um pouco mais tarde, a Beat Generation colocou o um pé na estrada e um pé na tábua, botando a turma toda do passeio pra fora e, entre as gangs e as gingas de West Side Story e a literatura contida em “junkie”, começou a botar as manguinhas de fora, criando novos espaços a medida que os existentes lhes iam sendo negados num retrocesso do establishment à rebeldia sem causa que o incomodava.
O “I Love You” cinematográfico-musical contido em “Suplício de uma Saudade” e nas baladas chorosas de Eddie Fischer, Dean Martin, Frank Sinatra, Perry Como e Tony Bennett cedem lugar ao quebra-quebra de “Blackboard Jungle” e ao balanço infeccioso de “Rock Around The Clock”. Tinha começado a revolução dos rebeldes sem causa e do contra apenas por quererem ser jovens. Confiar em alguém com mais de 30 anos? Nunquinha! Estava na hora do amigo do lado dizer para ti: “Você não sabe nada, cara!- Quro que você venha comigo!....”
E esse amigo existia. O nome dele era Jefferson, Jefferson “Dropê”. O sobrenome se perdeu pelo caminho, vindo de Brasília para o Rio, de caminhão, trem, a pé ou de bicicleta. Para dormir, debaixo de uma árvore era a cama. Para comer, sempre se pode pedir um prato.
Dropê - Aquele que sabia das coisas e foi o primeiro agitador cultural em plena forma que eu conheci na minha vida. Para ele, o importante era estar presente e colaborando, fosse com texto, fosse com foto, fosse com trabalho braçal. Participar era a palavra de ordem. E ele sabia contrabalançar a coisa de forma a que a participação coletiva se transformasse em divertimento. Era um líder nato e, se não fosse por sua força, a “Rolling Stone” da Rua Marquês de Caravelas 86 teria fechado as portas bem antes que o previsto.
Dropê sumiu. Ele e a Sueca desapareceram na nebulosidade hippie que permeiou o Píer e toda a região saltimbanca de Ipanema, entre a Praia, o Chaplin, a casa do Ezequiel e a toca do Rock, onde o Butica deu trambiques e Veludo Elétrico, Rock Ebó, Paulo Bagunça & A Tropa Maldita, Módulo 1000, Lodo, Equipe Mercado, A Fenda, Paulo Cláudio & Maurício, A Década, Estômago Azul e Os Lobos pontificaram até a poeira das estrelas ser varrida pela bruxa má chamada ordem no recinto. Eu sinto muito em dizer o que acontecia há 40 anos e lembrar de gente diferente que hoje faz falta como o Dropê.

sábado, 3 de janeiro de 2009

Meninos, Eu ví! - Parte 2

Ontem eu vi um spot de propaganda do DVD do Toni Platão e descobri que também existe um CD do evento. Cebola por cebola, o DVD é mais legal, pois as expressões de Toni valem a pena e as risadas que você vai dar vendo o Jamari França de barba vermelha mais ainda.
Crystal Castles- anotem esse nome. Eles estão com cinco clipes no youtube em alta rotatividade e a garotada está baixando todos os cinco numa voracidade daquelas. Isso vai ser estouro rapidinho, ao estilo Paramore.
Uma das coisas que eu não vi foi a historia da Blitz em livro. Lá por Setembro do ano passado, fizeram até matéria a respeito do livro, dizendo que a pesquisa para a realização do feito era extensa, que tinham descoberto um monte de coisa, que tinha foto, que tinha isso, que tinha aquilo e que o opus(vamos chamá-lo assim?) seria lançado em Novembro. Estamos em 2009 e eu, rato de livraria assumido, só fui me lembrar hoje que eu não vi nada a respeito. Vi a do Quarentinha, vi a do Carlos Imperial, vi uma antologia de biografias de personalidades flamenguistas e, de Blitz? Picas! Como o Evandro e as meninas sempre foram muita estrela pra pouca constelação, vai ver que alguma confusão interrompeu a trajetória do tijolo.
Falando nisso, as novas regras para você escrever escorreitamente a língua pátria já estão valendo. Enjôo não tem mais acento, mas meu MS-WORD diz que tem. Vamos ver quem é que ganha a briga. Se a ABL ou a Microsoft. No meu caso, acredito que vá ser a Microsoft, pois eu não vou comprar nada novo por causa desse acerto entre eruditos que não estão nem aí para nós. Eles que se fodam.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Antes Tarde do que Nunca!

Hoje, devido a um pití colunável, eu fiquei fora do ar durante a manhã, tendo ido visitar um ortopedista na urgência de um hospital. Dois Tylex depois do fato, cá estou de volta, meio barro/meio tijolo, digitando alguma coisa no sentido de preencher esse vazio que me faz falta ver e me deixa sempre surpreendido com aquilo que consigo perpetrar para que os outros apreciem.
Na medida que essas merdas físicas vão me enchendo o saco, caio em abstrações no sentido estrito de dimensionar a relação entre a arte propriamente dita e o sofrimento físico. Tenho uma amiga pesquisadora que assinala que o conceito “Aleijadinho” é uma das grandes traduções de que sofrimento & Arte são indissociáveis, já sua forma folclórico-romântica tem a associação como indispensável para que o trabalho do dito artista do barroco fosse reconhecido como obra prima.
Numa opção mais abstrata, o sofrimento psicotrágico de Van Gogh seria o responsável por sua obra ser única e expressiva na colocação de impressões e no desenhar de expressões pictóricas irreproduzíveis e incopiáveis.
No meu caso, acredito que minha força criativa e geradora para qualquer manifestação esteja completamente dissociada do sofrimento em qualquer nível, pois qualquer manifestação que me tire do agradável fecha a torneirinha e o pinga pinga criativo estanca-se.
Mas a lenda é bem mais forte e o mito de que sofrimento gera arte é padrão em nossa cultura. O Blues é uma prova. Uma lenda de bluesman bem composta passa pelo cruzamento das highways 49 e 81 e de um papo “tete à tete” com o barão. É lógico que o barão vai cobrar seu preço. Se a alma do bluesman não ficar empenhada ao barão no alcance do sucesso e das mulheres, vai mesmo é ficar com o “The Doctor” da esquina, sempre em troca da próxima picada. Tudo isso regado a muito vinho de quinta, Bourbon de segunda e seconal até não poder mais.
Fazendo da religião um espelho, o vício, a dor e o sofrimento são auto-infligidos, numa espécie de martírio, que pavimentará com sangue e lágrimas a estrada do conhecimento. O suor ficará pelo caminho em desidratações mis e diarréias, em síndromes de abstinência inenarráveis, abreviando em décadas existências prolíficas que poderiam ter contribuído bem mais que o mínimo a um reconhecimento de qualidade do cancioneiro gerado.
E o jazz não deixa por menos. Numa série de depoimentos recolhidos por Alan Lomax para discoteca da Biblioteca do Congresso norte-americano, diversos músicos assinalaram que, durante algum tempo, tanto em St Louis quanto em Kansas City era uma prática normal o músico se viciar em heroína para aprender o jeito de tocar dos grandes nomes que todos sabiam ser addicts. Essa era uma das explicações para o vício autodestrutivo de Charlie Parker. Teria Kurt Cobain feito a mesma coisa, guardando as devidas proporções?
A contradição se estabelece em qualquer ponto que se discuta o conceito, já que durante algum tempo acreditei não ser nada antes de fumar um baseado e hoje sei que isso é uma grande mentira. Escrevo porque sei e porque gosto. Acredito que isso seja um assunto interessante e voltarei nele bem mais rápido do que se imagina.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Retrospectiva 2009

Começar o ano desse jeito é realmente uma coisa fantástica, principalmente para mim, assinante de pacote premium da NET e que não pude assistir a porra nenhuma daqui de BH devido a NET ter simplesmente ficado indisponível. Telefonei para amigos no sentido deles darem uma olhada na TV deles para ver se era só aqui no bairro, mas não era não. Era geral.
Se uma coisa dessas acontecesse nos anos 80, o veículo( a NET não deixa de ser suporte, então é veículo) perderia completamente a credibilidade. Ia ser difícil recobrar. Como hoje tá tudo realmente meio biscôco, é possível que o executivo que teve essa idéia brilhante de cortar custos seja até promovido.
Mas, o tempo passa- o tempo voa e a caderneta Bamerindus já era. Já era? Nada disso! Mais uma vez aqueles vigaristas africanos do artigo 292 atacam. Dessa vez eles se passam por funcionários do Departamento de Energia Elétrica do Burkina Faso. Olhem só que primor de e-mail. Mais pop impossível!

- Dear Friend,I know this may come as surprise and sceptic to you.My Name is Mr Mohammed Issaka,I am one of the officials in the Energy management board in Burkina Faso,West Africa.We had a contract with Denmark through the Burkina Faso Danish Cooperation,which was signed on the 4th of march,2008 on the Electrification of the Urban centres,offices and rural dwellers.The project has been executed,you can check on the website.www.sonabel.bf But,the main issue of contacting you is to intimate you that during the award of this contract,a few of my colleagues and l had inflated the amount of this contract and the OVER-INVOICED is being safeguarded under our custody.However,we have decided to transfer this sum of money,Thirty million Us dollars ($30million Us Dollars) out of this Country for disbursement.Hence,we seek for a reliable,honest and not greedy foreign partner whom we shall use his or her account for transferring the fund. And we agreed that the account owner shall benefit 30% of the total amount of money,65% is for us here,and 5% will be used for miscellaneous expenses during the transfer.If you are capable to handle the transaction without hitches and flaws,then we have confidence in the business and a risk free transfer from our side.Please,make it TOP SECRET and avoid every channel of implicating us here thereby endanger our career.Therefore,if you will not be able to handle it,please hold on your peace for our sake we are public servants.I pray to God for his providence for a smooth transfer,so that our retiring soon or later will be a better and blissful retirement life, as such we are very cautious towards actualising this noble venture.It can also be a once in life opportunity for you, because l know that we are going to see face-face,preferably come down to Burkina Faso and verify on the claim on the said amount of money in the bank.Besides, to discuss business and investment in your country at large, and thereafter sit together to decide on the means of transferring.Waiting for your urgent respond.Please,time is no longer on our side.Best regards,Mr Mohammed Issaka.

E depois, carioca é que é malandro véiu, né mezz?