domingo, 2 de setembro de 2007

LOVE AT FIRST LISTENING



E foi assim mesmo. O primeiro LP que escutei inteiro foi o "Happy Jack", em sua versão da DECCA norte-americana. Coisas como "Boris the Spider" eram bastante inusitadas numa época em que, como sempre, o pop consumia canções de amor. E a coisa fazia sentido. Com a chegada de "Sell Out", a primeira impressão se consolidou

"Its wonderful sailing/in the high sucessfull sound/of wonderful radio/ London"..........

"I Can see for Miles" chegou no momento-LSD exato. Sem tirar nem por. Só fui ouvir o "Who sings My Generation" bem depois, e, mesmo assim, me pareceu um monte de rascunhos de coisas que eu já ouvira mais bem feitas. E Townshend é mestre em fazer isso. Ele dá uma aula no quesito naquela versão de "Pure and Easy" que está no Lp-Solo dele, se comparada à versão gravada pelo grupo. Esse é o seu processo de criação, que os outros três sempre cumpriram a risca. Brian Wilson também é assim , só que não tem a mínima estrutura para manter o " a risca".

O desaparecimento de John Alec vai fazer falta nesse trabalho novo que , cada vez mais, vai se assemelhando a um disco solo de sobrevivente. Deus queira que não. Tudo que não precisamos é de um novo Brian Wilson.

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