sábado, 18 de agosto de 2007

ELVIS: Algumas Cosiderações de um não-fã


Fui indiferente a Elvis Presley. Quando virei consumidor de discos, o Coronel Tom Parker tinha mandado seu pupilo para a Alemanha passar férias engajado. "Saudades de um Pracinha"(Título que o filme de Elvis no Exército recebeu no Brasil) foi censurado para 14 anos. Como eu tinha 8, dancei. Não sei se fiz bem ou mal, pois seu estigma não me perseguiu, ficando minha pessoa lépida e fagueira para receber Beatles e queijandos.
Fui tentar ver e ouvir Elvis com outros olhos a partir dos anos 70- uns quatro anos antes de sua morte. Li até biografia. Na verdade, o que se descortinou ante meus olhos foi a colcha de retalhos que era o country pop abaixo de Memphis e indo até Lubbock, isso é, com uma cajadada só matei os coelhos Carl Perkins, Johnny Cash, Roy Orbison, Buddy Holly, Jerry Lee Lewis e Bil Haley.
Descobri a classe de 55 de uma forma não muito ortodoxa e a verdade sobre Elvis nunca me satisfez plenamente. Principalmente a guinada que seu escopo fez quanndo voltou da Alemanha. A partir de "It´s Now or Never" nunca mais o levei a sério. Acredito que não só eu tenha tomado esta atitude. Seu Charisma se evanesceu..........

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